Eloy
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Frank Bornemann
Uma das bandas mais populares surgidas na Alemanha na década de 70, o Eloy apresentou várias mudanças em sua longa carreira, tanto na formação quanto no direcionamento musical.Tendo apenas Frank Bornemann como único remanescente do line-up original, o Eloy faz um som que flutua entre um hard rock que explora temas políticas e o rock progressivo "espacial", podendo ser grosseiramente classificado como um mix de Jethro Tull e Pink Floyd.
Formado em 1969 com Frank Bornemann (guitarra), Eric Schriever (vocal e teclados), Manfred Wieczorcke (guitarra, baixo e vocal), Helmuth Draht (bateria) e Wolfgang Stöcker (baixo), o Eloy tirou seu nome de um romance de H.G.Wells e lançou seu primeiro single, "Daybreak", em 1970 e seu álbum homônimo no ano seguinte.
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Eloy 1974
Esse disco de hard rock convencional pode ser considerado um “estranho no ninho” na discografia da banda. Schriever, responsável pelas letras de conteúdo político e Draht deixam a banda após o debut .Draht foi substituído por Fritz Randow, que depois tocaria em grupos de sonoridade mais pesada como Saxon e Sinner, e Bornemann assumiria os vocais e a liderança da banda. "Inside" foi lançado em 1973 e inseriu o Eloy dentro do rock progressivo.
“Floating” (1974) e “Power And The Passion” (1975) aumentam a reputação e o sucesso do grupo.
Mas, ainda em 1975 a banda se desfaz devido às divergências musicais entre os membros.
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Em 1976 Frank Bornemann retoma a banda convocando 3 novos integrantes: Klaus-Peter Matziol (baixo e vocal), Detlev Schmidtchhen (teclados e vocal) e Jürgen Rosenthal (bateria e vocal).
Com essa formação o Eloy vive seu melhor momento, lançando os discos “Dawn” (1976), “Ocean” (1977), “Eloy Live” (1978) e “Silent Cries And Mighty Echoes” (1979), sendo este último o álbum mais vendido da banda.
Em 1980, Schmidtchhen e Rosenthal são substituídos por Hannes Folberth e Jim McGillveray e um segundo guitarrista, Hannes Arkona, também entra para o grupo.
Com esse line-up é lançado o álbum “Colours”, onde o Eloy abandona o “rock-espacial” para voltar para uma sonoridade mais comercial e direcionada para o hard rock.
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Os discos seguintes, “Planets” (1981) e “Time To Turn” (1982) são duas partes de um projeto conceitual sobre ficção-científica, onde há um predomínio dos teclados e nota-se o som “espacial” novamente .
Em 1984, após o fraquíssimo “Metromania”, o Eloy se dissolve outra vez e e só retorna às atividades em 1988, agora como um duo com Frank Bornemann e o multi-instrumentista Michael Gerlach.
Essa formação grava os discos “Ra” e “Destination”.
Em 1993 e 1994, o Eloy regrava antigos sucessos da banda nos álbuns Chronicles I e Chronicles II.
Em 1994 Klaus-Peter Matziol retorna à formação e é lançado “The Tides Return Forever”.
Em 1998 sai o álbum “Ocean 2: The Answer”, último trabalho do Eloy até hoje.
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Silent Cries And Mighty Echoes (1979)
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Um comentário:
Banda du karalho, véi...
É muita viajem e muita harmonia!!!!!!!
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